SENTENÇA
Sinto chorar a alma ao olhar em volta,
Na saudade
antecipada pelo que arde
Por causa de um
incendiário andar à solta
Escondido pela
madrugada ou pela tarde.
Não há castigo
que pague o mal que faz
Para lá do
tolerável em maldade humana
E nem sei se a
sua morte deixaria em paz
Um povo
ameaçado por tamanho sacana.
Com pacto
secreto com as forças do mal
Um malvado
destes consegue sair vencedor:
Concorre e
vence a qualquer força infernal
Saindo impune
quando semeia o terror.
O que anda
oculto, quando for descoberto,
Mostrará o
rosto desse monstro horrendo
Para quem a
terra tem um sepulcro aberto
Com lagartas
ávidas de o estar comendo.
Se até a morte
finta com a sua destreza,
Esse ser
desprezível a quem nada invejo
Há de um dia
arder, tenho essa certeza…
Parabéns pelo poema.
ResponderEliminarGostei muito.
E muito triste esta realidade mas infelizmente é a que temos.
Pobre é quem tem prejuízos e não tem forma de os contornar, pois esses malvados deveriam " pagar" pelo k fazem só que... infelizmente isso raramente acontece.